
Qual não foi nossa supresa ao constatarmos que não tinha ninguém nos esperando. Ligamos pra organização e nos pediram uns minutos para resolverem a situação. Minutos depois nos ligam dizendo que uma Dublô de uma dupla chamada Sérgio & Sandro pilotada por um certo Vicente iria nos buscar. Bastava esperar na saída do aeroporto. Esperamos, esperamos, esperamos e esperamos mais um pouco. Esse pouco pode ser quantificado em termos de uma hora e lá vai cacetada.
Ligamos de novo. Nada de atenderem e aí o comunicado veio via Twitter. Peguem um táxi e vão até o hotel que depois reembolsamos. Aí é que fudeu tudo! Só pro frequentador de nosso Cabaret se situar geograficamente, o desembarque foi no aeroporto de Viracopos em Campinas e o hotel ficava em outra cidade, chamada Vinhedo. Barganhei com o taxista e conseguimos uma corrida que nos custaria 80% de nossas reservas financeiras. O que não tem solução, solucionado está. Embaracamos no táxi.
Chegando no hotel, mais uma surpresa. Nossos nomes não constavam na lista de reservas. Nessa hora eu já começei a fazer uso de meu vasto repertório de impropérios. Mas por enquanto ainda contidos. Mais ligações e a notícia. Nosso hotel na verdade era outro, localizado na rodovia Anhangüera, kilômetro sei lá qual. Mais baraganha com taxista e lá se vão nossos ultimos 20% de capital de giro.
Lógico que fizemos o taxista esperar confirmarmos que nossos nomes constavam na lista de reserva antes de ele desaparecer de nossas vidas com nossos 20% restantes. Tudo confirmado, chave na mão, bagagens instaladas fomos comer, porque nossos estômagos já estavam ameaçando digerir os esôfagos num protesto justificável. Chegando no restaurante constato que nada é tão ruim que não possa ficar pior. Como estávamos num logradouro na margem de uma BR, as cervejas eram proibidas por lei, por conta do tucanato paulista.
Como sou duro na queda, chamei um mensageiro do hotel num canto e negociei quatro latas de Nova Schin quentes no mercado negro, a seis e cinquenta. O resto da tarde, até o presente momento, gastamos soltando matilhas de cães via Twitter, no encalço da organização e constatando que o outros blogueiros estão todos juntos, de boa, no primeiro hotel que nos recusou, que fica na cidade de Vinhedo e não no meio do nada onde nos encontramos.
A noite está apenas começando e o show será amanhã. Sinto medo do que nos espera. E também do que farei na hora que olhar dentro dos olhos de quem nos meteu nessa roubada. Pode ser que a maré mude de cá pra lá, mas nessa praia em que me encontro, não arrisco encarar nem uma marolinha.
Só lembro do réveillon ano passado lendo esse post... hotel sujo, fedido, pequeno, água fria pra cacete, sem cama pra banda toda, baratas do tamanho de ratos e ratos do tamanho de gatos... ainda bem que não vi nenhum gato...
ResponderExcluirAcabei dormindo no carro com o motorista, achei que ia ser melhor... só não sabia do apelido dele de W-Motossera... como ronca aquele infeliz...
Apesar disso, o show foi ótimo... então paciência, talvez pare de piorar a situação aí.
Já melhorar... hehe só com muita fé mesmo.
kkkkk. nossa nossa. sua aventura é das melhores Timpim.... mas com certeza amanhã é outro dia e tudo vai melhorar com certeza. isso foi passageiro. Voce vai pra Vinhedo e vai ver que a cidade é bonita e cheia de oportunidades de vc se divertir muuuuitooo. Cola no povo que te trouxe pra esse evento e arraze aqui nas postagens te dou a maior força;... Boa sorte. kkkkk
ResponderExcluirTE REEMBOLSARAM OU NAO ??????
ResponderExcluirTimpin, de graça fico até numa barraca !!! Para de reclamar... kkkkkkkkkkkkkkk
ResponderExcluirse fudeu, despacharam vc de volta kkkkkkkkkkk
ResponderExcluira pergunta que não quer calar: e o reembolso? hahahaha
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