O Rock Nacional Morreu e teve show Sertanejo no Enterro

O sertanejo substituiu o rock como a música consumida pela juventude brasileira. Se esta frase fosse escrita no começo dos anos 90, seria considerada ficção escatológica, mas na atualidade é a mais Pura Realidade.

Exaltasamba Anuncia Pausa na Carreira

Depois de 25 Anos de uma Carreira Brilhante e de Muito Sucesso, o Grupo Exaltasamba anuncia que vai dar uma 'Pausa' na Carreira.

Discoteca Básica - Aviões do Forró Volume 3

O Tempo nunca fez eu te esquecer. A primeira frase da primeira música do Volume 3 do Aviões doForró sintetiza a obra com perfeição: um disco Inesquecível.

Por um Help à Música Sertaneja

Depois de dois anos, João Bosco e Vinicius, de novo conduzidos por Dudu Borges, surgem com mais um trabalho. Só que ao invés de empolgar, como foi o caso de Terremoto, o disco soa indiferente.

Mais uma História Absurda Envolvendo a A3 Entretenimentos

Tudo começou na sexta-feira, quando Flaviane Torres começou uma campanha no Twitter para uma Espécie de flash mob virtual em que os Fãs do Muído deveriam replicar a Tag #ClipSeEuFosseUmGaroto...

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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Bonde do Maluco - Volume 7

No post anterior falei que Edcity é o segredo mais bem guardado de Salvador. Só que bem perto da capital soteropolitana, numa cidade pequena chamada Madre de Deus mora um cidadão chamado Anderson Luis Ventura Oliveira, natural de Candeia e que desde 2007 comanda a banda mais criativa, original, divertida e competente do arrocha: o Bonde do Maluco. Dan Ventura, como é conhecido o cantor, compositor, arranjador e milorde da fuleragem, é um segredo baiano tão bem guardado quando Edcity. Os dois são a vanguarda da música baiana, mestres no que fazem.


É certo que assim como Edcity andou cometendo uns vacilos no último semestre, o Bonde do Maluco vinha de um disco meio boca, o Volume 6, lançado no final do ano com a intenção de dar uma realçada nas musicas do Volume 5 para o carnava, o repertório era quase o mesmo nos dois discos. Agora em julho Dan Ventura se redime do passo em falso e surge com seu Volume 7, o melhor lançamento desde o clássico primeiro disco.

O processo de criação se repete desde os primórdios, Dan Ventura se enfurma no estúdio que fica no quintal da casa de sua mãe Dona Lucinha e enquanto Pit, uma fêmea de Pitbull mais mansa que pinto recém nascido faz a guarda com sua presença imponente, ele cria as melodias, as letras e os arranos. O processo todo costuma durar uma semana. O suficiente para que o rapaz saia de lá com uma coleção de canções que celebram a alegria, a fuleragem, a putaria e a bebedeira. É literalmente o caso deste Volume 7.

Já na abertura, um bispo anuncia: "Irmão, você quer se salvar? Então venha para o Bonde do Maluco" pra em seguida cantar a crônica de uma patricinha que se converteu a fé no Senhor e que não desce mais até o chão na frente dos paredões. Na segunda fala ele esnoba "Agora que virei o cabaré / agora você quer" para uma rapariga que o escurraçava quando estava na merda. "Não pare" é uma salada dançante que mistura arrocha, com música árabe, latina e dance music que só o Bonde tem o dom de servir sem causar intoxicação auricular em quem escuta. "Olha a cara dela" é sobre uma espécie imune aos riscos de extinção, as piriguetes.

Na quinta faixa uma prática que quase não se comenta, mas que o Bonde do Maluco costuma utilizar a anos, versões de musicas estrangeiras nada óbvias. Nos discos anteriores foram músicas do grupo português Irmãos Verdade, a saber a sensacional "Isabela" e "Keila". Desta vez foi a versão direta para o português do sucesso latino "Shorty, Shorty" do grupo Extreme, que virou "Choro, Choro". Já "Pare de chorar por ele" foi composta exclusivamente para ser cantada junto com Rafinha, da banda Asas Livres, uma instituição do arrocha que um dia ainda terá seu valor devidamente reconhecido pela crítica cultural que faz de conta que o arrocha não existe.

"Chicotada e tchau" é outro dueto, desta vez com o funkeito carioca MC Jota. Na saída de um show Dan escutou um carro tocando um CD da Furacão 2000, escutou essa música, bolou uma versão arrocha dela e, ao contrário da grande maioria dos artistas nordestinos, ao invés de tocar o foda-se e gravar a música no outro dia, ligou pro cantor original. O cara gostou tanto da idéia que foi pra Salvador e ficou dois dias por lá, participando do CD.

"Meu nome é Dan Ventura e meu sobrenome é fuleragem!" anuncia o moço de familia na conceitual "Sou o cara do paredão". O conceito é putaria. "De costa mainha" tem tudo explícito em seu título, dispensa maiores explicações. Com temáticas tão comuns e batidas, pode-se dizer que são o ponto fraco do disco. No entanto essa sensação é dissipada com as duas músicas seguintes, dois resgates de pérolas esquecidas.

"Como é doce o beijo" é um clássico dos anos 80, um funk melody da banda Copacabana Beach e "Disco do Raul" chegou a ser gravada pelo cantor de axé Tomatte, mas que na época não rolou. A fatura aqui deve ser enviada pra quem canta em lual, a música é perfeita para aquele momento em que Legião Urbana começa a ofender o saco escrotal. Depois de uma dobredinha dessas, é só partir pro abraço. No caso, partir pra pista de dança curtir uma pisadinha para a parte final da festa.

É o que fazem as músicas "Passo da sacanagem", "Bum bum" e "Desce com a mão no tchan", nesta música várias cidades que já viram os shows do Bonde são evocadas e listadas. O disco se encerra com um arrocha de raiz, por assim dizer, musica romantica para dançar coladinho, bem arrochadinho, bem swingadinho, daquele jeito que escandaliza o bom gosto da casa grande, mas que faz a alegria da senzala, "Morro de amor por ela".

Após quatro anos na estrada e sete discos no currículo, o Bonde do Maluco ainda pode ser considerado um grupo underground, já que pouquíssimas foram as aparições na grande mídia. Mas a banda vive na estrada e por onde quer que passe, conquista uma legião de fãs com seus show alegres e descontraídos. Os caras tem o dom de serem fuleiros sem serem vulgares. O sucesso que fazem entre as crianças é uma prova disso. Se lembrarmos que até Jesus já dizia pra prestarmos atenção nas crianças, então isso deve significar alguma coisa. É como disse o pastor do começo do disco: "Irmão, você quer se salvar? Então venha para o Bonde do Maluco!!".


Edcity Ao Vivo no Salvador Fest 2011

"Eu sou o Jason do pagode!" brada Edcity antes de puxar a massa pra pilar ao som do refrão "... tome pau / tome paulada / tome pau / tome paulada / eu nunca vou morrer". A metáfora não podia ser mais adequada. O cantor Eddy já foi dado por morto diversas vezes. Seja quando saiu do Parangolé para criar o Fantasmão. Seja quando perdeu seu Fantasmão para empresários inescrupulosos e teve que recomeçar do zero com seu Edcity. Até mesmo quando lançou o pesadíssimo disco "Rap Groovado", considerado anti-comercial ou então quando apareceu com "Transfiguração", com musicas de outros artistas e considerado - pasmem! - comercial demais. Este ano, seu disco "Viva, levante-se e vibre" foi considerado por muitos inseguro, indeciso e sem foco e ainda por cima a música que se destacou não era autoral e o pior, versão de uma funk: "Bonde da Oklay". Pois no Salvador Fest deste ano Edcity deu um puta show e mostrou que sim, ele é o Jason do pagode que mesmo depois de morto, ressurge apavorando a concorrência.


E isso aconteceu sem nenhuma reivenção da roda, Edcity simplesmente foi ele mesmo, preparou um repertório de cunho pessoal, não necessariamente autoral e executado com a paudurescência que lhe deu a fama de voz do gueto. Simples assim, conseguiu fazer o melhor show do festival, que foi gravado, divulgado na Interner e aclamado por unanimidade por seus fãs.

Se levarmos em conta a diferença de extrutura e investimento ente esse show e "Confraria dos Fantasmas", o áudio do DVD do Fantasmão, esse pode ser considerado o melhor show fa carreira de Eddy, pelo que representa depois de tudo que aconteceu. Mandando as convenções e as espectativas medíocres do senso comum às favas, abriu com "Bonde da Oakley" e logo em seguida emendou "Sou Favela" recebida com entrega total por uma platéia que pulava alucinada e gritava o refrão aos berros. Uma vinheta de "O coro vai comer" de Charlie Brown Jr. e mais porrada com "Você no muro e nós no bagulho". O jogo estava ganho.

Na sequência, duas atitudes que fazem de Eddy a personalidade mais peculiar do pagode. Primeiro ele pára de cantar "Tão de rajada" para exigir civilidade de um segurança que expulsava um penetra. Foi aplaudido pela platéia. Depois, durante a execução de "Covardia", desce do palco, atravessa a multidão em direção a mesa de som para de lá afirmar sem rodeios que sua banda é FODA!


De volta ao palco, samba de roda de raíz com "Vai no sambão da nega".
A inédita "Papagaio de pirata" foi recebida de braços abertos e com certeza terá cadeira cativa em seu repertório. Após a supracitada "Jason" o hino "Liberdade", dedicado aos presidiários, com sua letra que chora a tristesa de quem, mesmo do lado de fora das prisões, vive aprisionado pelo medo e pelas grades nas janelas e portas de suas casas.

Uma dobradinha dançante "Edcity te pega e te panha / Na geral" e mais musica de conscientização, no caso "Bicudo" da banda New Hit com participação do cantor Dudu: "Me ofereceram pedra/ eu neguei / me ofereceram pó / disse não". "Chupa aqui pra ver se sai leite" é dedicada a Nenel do Sheik Style e que, ainda nos tempos de Parangolé, tece sua parcela de autoria na concepção do groove arrastado, a nova e moderna forma de se tocar pagode baiano que escontrou sua expressão máxima no Fantasmão.

"Acende, puxa, prende, passa, índio quer caximbo índio quer cachimbo índio quer fazer fumaça" serve de introdução da trinca final de "Vizinho conspirão", "Traíra" e "Papu Colombiano". Essa última fez e faz muito mais pelo combate ao crack nas periferias de Salvador que qualquer campanha de qualquer governo ou qualquer ONG: "Atire a primeira pedra quem nunca errou / mas não se jogue na pedra quem nunca se jogou".

No encerramento, tudo acaba onde começou, com um medley de "Bonde da Oakley" e "Sou favela". Enquanto na mídia se discute um projeto de uma deputada oportunista que luta contra as bandas que tocam músicas com letras repletas de baixaria, Edcity começa e termina o show com a versão de um funk, sem apelar nunca, sem deixar a peteca cair e provando que ainda existe espaço e público para seu pagode com conceito. Numa cena da qual o Brasil só conheçe "Rebolation" e "Liga da Justiça", Edcarlos Conceição, o Edcity continua sendo o segredo mais bem guardado de Salvador. Uma relíquia apreciada por algumas dezenas de milhares de sortudos. Como eu e como você, pois abaixo disponibilizamos a discografia solo do rapaz para download.

Baixe o show resenhado neste post > Edcity Ao Vivo no Salvador Fest 2011


Discografia:

Raízes 2010/2011


sábado, 25 de junho de 2011

Edcity vs. Zé Eduardo: Treta no Twitter

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Todos sabemos que o apresentador Zé Eduardo - também conhecido como Bocão - é uma das subcelebridades mais estupidamente sensacionalistas da TV baiana, perdendo apenas para a apresendadora aparentemente esquizofrênica do programa “Na Mira”.
Percebe-se também que ele tem se tornado meio problemático, e mostrou sentir um pouco do que chamamos de “dor de cotovelo” em relação a um dos poucos artistas que salvam bravemente o nosso pagodão de uma decadência que parecia inevitável: Edcity.
Enquanto eu tentava voltar a me atualizar no pagode (afinal, estive desligado desde o mês passado), passei pela comunidade oficial de Edcity e a primeira coisa que notei foi o tópico intitulado [URGENTE] ZÉ EDUARDO DIZ QUE EDDIE É FRACO NO TT. O tópico diz que Lost, numa tentativa de divulgar sua banda, perguntou o seguinte: “ZÉ ME RESPONDE UMA COISA PQ VC NAO LEVA EDCITY NO TEU PROGAMA?”. Após algumas discussões, Bocão simplesmente diz o seguinte:
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Isso me leva a perguntar: Será que Bocão acha que é tão evidente na mídia a ponto de poder dizer que Eddye, com todo seu talento, sua inteligência e todos os seus fãs, é um artista fraco?
Não seria melhor parar para olhar para si mesmo, e perceber que é apenas um medíocre apresentador de televisão, e que faz parte de um programa cujo objetivo principal é comentar besteiras sobre fatos cotidianos que merecem um certo respeito? Ou que falar merda na Itapoan FM também não o torna nenhuma celebridade?
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E eis que aparece uma resposta de Edcity, sem indiretas, sem rodeios. Eu teria falado muito mais, apesar de que a melhor resposta é aquela que não se dá. Mostrar a essa figura deprimente que sua opinião é tão importante que passaria despercebida pelos próprios ouvidos seria o melhor a se fazer.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Edcity no Programa do Gugu

Foi uma apresentação histórica. Pela primeira vez um dos caras mais cults (o outro é o Dan Ventura do Bonde do Maluco) da Bahia em um programa em rede nacional. O Brasil precisa descobrir o Edcarlos Conceição com urgência, espero que deste carnaval não passe.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Edcity - As músicas, as razões e os méritos de Transfiguração

Menos de um ano depois do lançamento do revolucionário Rap Groovado, Edcity lança seu segundo disco. O pagode baiano está atingindo seu ponto de maturação, numa cena que inclui nomes como o precursor da modernização Harmonia do Samba, o percussivo Psirico, Groove de Saia - que conta com uma mulher no front - e a nacionalmente onipresente Rebolation, do Parangolé.



Em meio a toda essa diversidade, o disco Transfiguração aparece pra somar. "Olha o Gelo", a pesada faixa de abertura insinua que as guitarras roqueiras continuariam dando o tom. Mas não é o caso. Transfiguração é bem mais ameno em comparação ao antecessor Rap Groovado.

Para que se entenda essa transiguração - o título do disco não podia ser mais apropriado - no som de Edcity é necessário que se faça uma análise do quanto 2009 foi um ano conturbado para o cantor.

Enquanto finalizava o Rap Groovado, Eddye estava tomando pela raiva e por um tiquinho de frustração por ter perdido o direito de propriedade de seu Fantasmão. Como todo gênio artístico, deu vazão aos seus sentimentos através de sua arte. Rap Groovado é uma obra de arte irretocável e retrata com perfeição o que o cantor e compositor sentia na época. É um disco repleto de Som & Fúria, um disco urgente e um grito de autoafirmação. Autoafirmação esta, agora na forma de sua nova persona: Edcity. Aqui estamos falando de arte em estado bruto.

Só que arte não enche panela. E panela vazia não enche barriga.

Recentemente pai de mais uma filha, chegou o momento do pragmatismo e de três centímetros cúbicos de responsabilidade para com os seus. E quando de fala em seus, não se pode esquecer a responsabilidade também perante ao pessoal da antiga banda, que também abandonaram o Fantasmão para seguir os ideiais do amigo.

Nesse contexto, purista nenhum pode reclamar de quaisquer concessões feitas em prol de um disco mais comercial. Comercial não é termo correto, Transfiguração é pop, com escolha inteligente de repertório e arranjos.

As guitarras pesadas ainda estão lá, mas com volume menor, que valoriza a singular percussão groovada. Nas letras, ainda com a tradicional crítica social em algumas músicas, foram limadas todas e quaisquer ambigüidades que sugerissem a tão reclamada e injustificada apologia a violência. Muito pelo contrário, enquanto as periferias de Salvador são assoladas pela tragédia da violência gerada pelo consumo de crack, em "Pa Pu Colombiano" a letra avisa que em cada pedra de crack, lágrimas de mães em sua composição.

A música de trabalho a principio será "Piscadinha", que apesar de romântica, conclama o romance e tem fortes chances de emplacar entre o público feminino. Mais do que isso. Agora Edcity pode se preparar para emplacar definitivamente no carnaval de 2011, porque ano passado, o lançamento tardio do Rap Groovado, somado à concorrencia praticamente desleal com o mega investimento de marketing que foi a Rabolation, fez com que o cantor não obtivesse o sucesso que merecia.

Que a intenção é se afastar um pouco de estigma de ser underground, fica claro na regravação de três dos maiores hits de Rap Grovado, a saber: "No Break", "Traíra" e "Fumaça Subiu", ambas com as guitarras contidas e percussão revigorada.

No final, um set com dois reggaes, revelando a paixão do cantor pelo ritmo da Jamaica e também os fortes laços de amizade com o pessoal da banda Adão Negro e demais nomes da cena regueira de Salvador.

Se Transfiguração será o cavalo de força que abrirá as portas para o tão esperado e adiado reconhecimento nacional é algo impossível de prever. A música baiana tem razões que a razão desconhece. Um ditado popular local costuma de dizer que se alguém imaginar algo inusitado e inesperado, na Bahia há precedentes.

É esperar para ver. Mas não esperar sentando. É esperar pulando, quebrando e swuingando.

BAIXE TRANSFIGURAÇÃO CLICANDO AQUI

sábado, 13 de março de 2010

Edcity dá nocaute no carnaval de 2010


Nesse mundo confuso e de poucas certezas, uma coisa é certa: EDDY É FODA!

Depois de ter sido traído pelo empresário do Fantasmão Denílson Franclin (tanto é que o traíra acabou preso) e perder todo seu projeto que era a banda que ele podia chamar de sua após a saída do Parangolé, eis que sua nova empreita, o Edcity, conquista seu lugar ao sol sendo sucesso DE NOVO no carnaval de 2010 em Salvador.

Edcity está entre os indicados das principais premiações do Carnaval, na categoria "Cantor Revelação", no troféu Dodô e Osmar e "Melhor Banda de Pagode", pelo troféu Castro Alves. Todo mundo estava em dúvida se a nova sonoridade, cheia de guitarras pesados iria emplacar. Tudo indica que MAIS UM VEZ Eddy conseguiu.

A alta cafetinagem deste distinto cabaré deseja toda a sorte do mundo a Edcarlos e a todos os músicos que seguiram com ele para a realização de mais um sonho e aguarda com muita espectativa o lançamento do DVD da nova banda.



A CIDADE É NOSSA!!!!

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