quarta-feira, 25 de maio de 2011

Sambatrônico - A consagração artística de Marcio Victor e seu Psirico




Que o pagode atingiu seu ponto de maturação e que não repercute mais por conta do monopólio do axé no carnaval baiano é algo que este cabaret nunca escondeu de ninguém. Em 2009 o Fantasmão ameaçava acabar com este estado das coisas, porém uma briga entre o cantor Eddy com o empresário Franco Daniele enterrou a banda e as esperanças. Outro nome que represanta a vanguarda do gênero é Marcio Victor, o frontman do Psirico. Esta semana ele lançou a música Sambratrônico, na verdade uma jam de mais de 20 minutos que passeia do samba de roda ao techno com uma desenvoltura sem igual. Se a busca pelo pagode perfeito era a grande meta de Marcio Victor com essa gravação ele chegou bem perto de seu intento. Ouça no volume máximo!

Sambatronico.wma

4 comentários:

Será que alguém não avisou pra ele que existe uma banda com o nome de Sambatrônica há cinco anos na Bahia, que mistura samba e música eletrônica? Autenticidade zero! Chupação!

Fala Timpin!

Em primeiro lugar, quero t parabenizar por mostrar aquilo q alguns (azelite!) querem esconder. bom trabalho!

Quanto ao seu post sobre a música Sambatrônico, quero t fazer uma pergunta: se com uma música tão diferente do pagode baiano - do atual e do antigo (diferente em extensão (23 min.) e tb por conta da forte inclusão da eletrônica) - Márcio Victor/Psirico chegaram perto do "pagode perfeito" (como vc diz), então quer dizer que o pagode é pura imperfeição? a mudança implacará (ou implicou, no caso de Sambatrônico) em perfeição, então? não concordo. e mais importante, acho q a galera q curte o pagodão (baiano), do jeito q ele é, tb não concordaria. Mas prometo q s o experimento do Márcio Victor virar hit de mala de carro em posto d gasolina (quer melhor termômetro de popularidade que esse?), prometo q mudo minha opinião.

quanto ao comentário do João Jonga, talvez Marcio Victor não conheça msm a banda dele (na net, a informação é d q João Jonga de Lima é o violão e a voz da Sambatrônica). eu msm, q moro em salvador, NUNCA OUVI FALAR dessa banda. Assim como, imagino, mais d 90% dos soteropolitanos e mais ainda dos baianos. O msm não pode ser dito sobre o Psirico.

Ah, qnd eu tiver c mais tempo t mando o e-mail q t falei q mandaria (isso é, s vc não tiver m achado chato demais pelo comentário...).

Rapaz o Fantasmão com Eddye quase conseguiu, se Edcity não tivesse perdido seu Fantasmão a coisa hoje podia ser bem diferente e o Pagode talvez tivesse conseguido quebrar o domínio do Axé na mídia

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