terça-feira, 10 de maio de 2011

Watergate do Tecnobrega - Conheça a verdadeira história da Banda Djavú

Hoje a noite o programa Profissão Repórter vai exibir um matéria sobre bandas que cairam no gosto popular. As escolhidas foram Garota Safada e Djavú. Palmas pela escolha da Garota Safada, que vive um fase dourada em sua tragétória e vaias, muitas vaias pela infeliz escolha da Djavú.

Infeliz porque a Banda Djavú conquistou o gosto popular protagonizando o maior escândalo de roubo de músicas da história da música brasileira. E pior, a pauta do programa é justamente "um nome, duas bandas", ou seja, o cantor Geanderson vai se queixar de que a ex vocalista Nádila, inventou uma banda clone, ou seja, uma cópia. Ironia do destino e ignorância por parte do programa sobre a verdadeira história da Djavú

Nosso cabaret vai publicar aqui, na íntegra, uma série de repostagens feitas para o extinto site BiS MTV e que foram publicadas no final de 2009. A história é longa, mas garanto que vale a pena a leitura.

Divirtam-se!

Watergate do Tecnobrega - Parte 1




Rubi é uma pedra preciosa vermelha, uma variedade do mineral corindon (óxido de alumínio) cuja cor é causada principalmente pela presença de crômio. Rubi é uma das principais aparelhagens de Belém, criada nos anos 50 pelo Dj Orlando Santos e que hoje anima as festas de tecnobrega. Rubi, ou Extremeçe Rubi, como era originalmente chamada, é a música de trabalho do disco de estreia da Banda Ravelly. No decorrer deste ano, esta música causou intensos debates sobre o que é cover e o que é roubo, além de ser a responsável pela popularização do tecnobrega no sudeste.

Tudo começou em 2007, quando DJ Gilmar da Aparelhagem Rubi pediu que os DJs Leo e David compusessem uma música nova para ser executada em suas festas. A cantora oficial da dupla era Viviane Batidão, mas como sua prima Vanda estava em dificuldades, separada do marido e com filho pra criar, pediu que a chamassem para a tarefa. Assim nasceu Rubi, no barraco da dupla de DJs, na periferia de Santa Isabel, interior do Pará, ao custo de R$ 200,00.

No intuiuto de ajudar a moça em dificuldades, mais e mais músicas foram sendo gravadas, como Meteoro, Maciota Light e Atração Pittbull e outras, que quando começaram a acontecer Belém, motivaram a criação da Banda Ravelly, nome inspirado no pseudônimo que Vanda usava desde o tempo em que era vocalista da banda de forró Caicó, em Fortaleza, com os DJs Leo e David mandando ver nas bases.

Com a banda emplacando e fazendo shows, a grana começou a entrar, Vanda reatou com seu marido Max Sandro, que se encontrava exilado no Recife e contrataram Flávio para empresariá-los. Como em diversos casos já ocorridos no meio artístico em que o sucesso comercial atiça a ambição, começaram a ocorrer discussões com relação ao percentual de participação dos lucros entre as partes envolvidas e Max Sandro, devido ao fato de já ter aprendido a fazer as bases, achou por bem e conveniente dar um pé na bunda de Leo e David, justamente a dupla de compositores.

Paralelamente, há mais de dois mil quilômetros de distância, sem relação nenhuma com o fato e absolutamente do nada, as músicas começaram a fazer sucesso nos camelódromos do norte da Bahia. Dois empresários de Capim Grosso, Geanderson e Paulo Palcos, resolveram contratar a Banda Ravelly para uma série de shows. Ligaram para o Pará, acertaram tudo com Max Sandro e começaram a trabalhar na divulgação. Foi então que a famosa borboleta, que quando bate asas na Argentina causa tufões na China, deu as caras na história. O empresário Flávio pegou o chip do celular de Max Sandro, colocou em seu Nokia e passou a receber as ligações.

Em Senhor do Bonfim, a pouco mais de 100 Km de Capim Grosso, os radialistas do programa Zueira Legal tiveram a mesma idéia, uma turnê da Banda Ravelly pela região, ligaram para o Pará e desta vez quem atendeu foi Paulo, que por um erro crasso de comunicação interna, não sabia que sua banda já tinha sido contratada para a tarefa e fechou negócio. Numa bela manhã, Paulo Palcos acorda e vê sua cidade entupidas de cartazes anunciando os shows que seriam promovidos, olha só! Por seu concorrente.

Ao ligar para fazer a reclamação, recebe um tachativo "azar o seu, já fechamos com o Zueira Legal". Como Paulo Palcos é um cara meio, digamos assim, rude em suas maneiras de lidar com as intempéries da vida, resolveu sacanear os caras e montar uma banda que tocasse as mesmas músicas, do mesmo jeito e partir para a briga com a banda que lhe deu calote. Tudo foi feito às pressas. Chamou Nádila para os vocais, escalou Juninho Portugal, que não sabia tocar nem triângulo em forró de pé de serra como DJ de mentirinha e seu sócio Geanderson para os vocais.

Uma dúzia de gostosas de Capim Grosso completaram a formação da maior falcatrua da história musical brasileira.

O que se sucedeu foi um duelo digno dos maiores enxadristas entre as duas bandas, que saíram em turnê paralelamente pelo sertão nordestino. O xeque mate, por parte da Djavu, começou a ser arquitetado quando Paulo Palcos começou a fazer uso de todo o seu talento para o “Marketing Esquema Novo”: a gravação de um DVD. Abrindo um show da Banda Calypso, fizeram a gravação em um evento que foi um fracasso absoluto, mas que serviu para confirmar que imagem é tudo. A filmagem foi tão as pressas que, no vídeo, pode-se ver bandeirosas marcas feitas com esparadrapo no palco, porque as dançarinas ainda não tinham aprendido a coreografia correta.

Habituado a negócios escusos, Paulo Palcos não encontrou nenhuma dificuldade em largar o "master" do DVD na mão do alto escalão do mercado pirateiro de São Paulo. Em pouquíssimo tempo, as músicas estouraram num dos maiores de fenômenos de sucesso em massa de nossa história recente. O problema é que em sua vingança contra a Banda Ravelly, Paulo Palcos e Geanderson passaram o rodo em Belém e gravaram as melhores músicas da cena local, sacaneando meio mundo de gente e se comportando como se fossem suas.

Naturalmente que o pessoal de Belém chiou, gritou, berrou, mas a distância geográfica que encarece as turnês os deixou em tremenda desvantagem e quando a própria banda Ravelly desceu para tocar em São Paulo, foi acusada de ser uma cópia da Djavu. Nas comunidades do Orkut as discussões logo começaram a pegar fogo e mais uma vez a quadrilha encabeçada por Paulo Palcos foi esperta. Criaram dezenas de fakes que jogavam gasolina na fogueira, uns criticando e outros detonando a Djavu, o que só fez aumentar a curiosidade das pessoas, aumentando exponencialmente a quantidade de downloads.

Que fique bem claro aqui que a questão nem é que eles tenham roubado as músicas, afinal no norte e nordeste, direitos autorais não costumam ser muito respeitados. A questão é o sucesso a qualquer preço, obtido a fórceps por meio de meios escusos. As falcatruagens de Paulo Palcos já estão se tornando conhecidas no meio. Para não perderem uma aparição na TV, deram um cano em um show em Sorocaba que levou a multidão a destruir palco, equipamento e camarins.

Outra coisa que Palcos costuma fazer é denegrir a imagem de bandas mais bem estruturadas que a dele, para a produção de eventos de apresentações coletivas, para que a sua Djavu não tenha concorrente de peso e se sai como a grande banda da festa. Trocar nomes de músicas nas legendas de seus DVDs para driblar o ECAD é outra técnica recorrente. A lista de delitos é enorme e não ficarei cansando o leitor com elas.

A cara de pau dos usurpadores é tão grande que, em entrevista a um telejornal local da Bahia, Juninho Portugal declarou que o que eles fizeram foi pegar o Melody de Belém e acrescentar um tempero baiano. Tempero baiano? Só se for o orifício circular corrugado, localizado na parte ínfero-lombar da região glútea de Vossa Excelência. No som em si, não há nada de diferente e se há, é a batida extremamente brocochô e repetitiva que soa como se viesse de um teclado furreba qualquer. Quem está habituado a escutar o Melody de Belém, se recusa a escutar este genérico degenerado.

Mas infelizmente o sucesso da Djavu foi fulminante. Até porque as músicas foram selecionadas a dedo e a Djavu se comportava como se fossem suas. Logicamente que os desavisados acharam a banda sensacional e os fãs se multiplicaram, os shows começaram a lotar e em pouquíssimo tempo estavam na mídia e ricos, podres de ricos. O faturamento mensal da banda gira em torno de R$ 3 milhões. Assim, passaram a agir legalmente comprando músicas em Belém, de gente que, devido a necessidade financeiras diversas, trairam a cena local entregando os cordeirinhos ao lobo, fazendo o monstro atingir proporções tais que uma vingança ficou aparentemente inviável.

Falei aparentemente porque ela veio, adicionando o elemento comédia a esta história policial e de onde menos se esperava. Ele, o pilantra do bem, o anarcocapitalista da música popular, futuro candidato a deputado federal pelo estado de Rondônia e que em um de seus DVDs se diz mais poderoso que Bin Laden e mais gostoso que Brad Pitt: DJ Maluco.

Ele já tem há anos uma banda que faz algo semelhante a Djavu: vive de fazer cover, o Bonde do Forró, só que nunca escondeu ser uma cópia. Um dos vocalistas, por exemplo, é um clone melhorado do Bruno da dupla Bruno & Marroni. Como a especialidade do DJ Maluco são falcatruagens construtivas, o que sua banda faz é divulgar o forró no sul do país. O Bonde do Forró é um sucesso e até DVD gravado em Barretos eles têm.

E como diabos o DJ Maluco conseguiu vingar os paraenses? Criando o fake do fake, a cópia da cópia: a Banda De Javu do Brasil, acertando a grafia do termo francês e inserindo músicos de verdade. Mais rápido ainda do que os falsários baianos, deslocou a vocalista Anne Lis, do Bonde do Forró, com larga experiência vocal e com um séquito de fãs já estabelecido, gravou sete músicas, mandou fabricar mais de 200 mil discos, criou site oficial, twitter, facebook, o diabo, assim como uma biografia falsa que dizia que o disco era o Volume 5 e mandou o release pra meio mundo de gente.

Quase todo mundo caiu na pegadinha e atualmente DJ Maluco está estufando ainda mais seu bolso de dinheiro, enquanto empresários diversos contratam sua banda para shows, comprando, no caso, lebre por gato. Isso porque a cópia da cópia ficou melhor que a cópia. O groove amazonense da música Rubi da De Javu do Brasil arrasa com aquele sonzinho fuleiro dos baianos. Acrescente-se que ele gravou uma versão de Beat It, de Michael Jackson, e deu uma de mestre, uma versão do hit Pocker Face de Lady Gaga, que de tecnobrega não tem nada, mas desce redondo nos ouvidos ainda não acostumados à batida de Belém no sul do país. Um Cavalo de Tróia, por assim dizer.

Segundo DJ Maluco, quando a Djavu perder o processo por plágio, afinal a cidade de Belém inteira é testemunha contra eles, a sua banda ficará como a original. Como essa história irá acabar é algo que nem Nostradamus seria capaz de conceber. Se isso acabar em morte, não ficarei surpreso, porque saiu no jornal local do Pará que Gabi Amarantos, vocalista da Banda Tecnoshow, foi ameaçada por telefone por ser uma das mais ferrenhas denunciantes do plágio. Inclusive essa novela ganhou agora outro ator peso pesado, a Rede Record. Como incluíram uma música da Djavu na novela Bela A Feia, simplesmente cortaram Gabi Amaranto quando, num programa recente, ela começou a fazer denúncias. Cabuloso isso tudo, muito cabuloso.

Rola até um boato muito forte de que Gugu Liberato é um dos sócios ocultos de Paulo Palcos. De um cidadão que tem falsos sequestradores em seu currículo, não seria de admirar que esse boato fosse real. De fato, fontes seguras afirmam que um diretor do alto escalão da Rede Record é sócio do esquema. Após inúmeras tentativas, consegui falar por telefone com o cidadão que, naturalmente, negou tudo. Aparentemente, ele atendeu o telefone pensando que eu queria contratar sua quadrilha para uma apresentação, pois ficou muito nervoso quando eu citei a questão do plágio e disparou uma avalanche de explicações e declarações que, posteriormente checadas, eram todas falsas. A única verdade que ele falou nos cinco minutos de ligação, foi seu nome de batismo, Marinho Silva Campos.

O mais revoltante nessa história toda é que Leo e David, os dois meninos humildes de Santa Isabel do Pará, continuam sem receber um centavo pelo mérito de serem autores de alguns dos maiores sucessos de 2009 e continuam morando no seu casebre que necessita de reforma urgente, pois cada vez que vem as tradicionais enchurradas amazonenses, tem uma parede lá que ameaça desabar. A Banda Ravelly, que praticamente negou tijolo quando a dupla de DJs foi pedir ajuda para a supracitada reforma, espero que tenha seu castigo com a publicação deste esforço de reportagem.

Quanto à Banda Djavú, muito provavelmente o nocaute, o dia que em que os meliantes beijarão a lona, virá no round em que os artistas paraenses em peso descerem para São Paulo. Quero só ver a Djavu ter que concorrer com nomes como AR-15, Viviane Batidão, Gangue do Eletro, Banda Elektra e a própria Ravelly e Tecno Show, que já estão com as malas prontas.

O Hermano Vianna sonhava em ver o tecnobrega ser descoberto primeiramente por um gringo, para depois aterrissar por aqui. Nosso intrépido antropólogo deve estar nesse momento "pre-té-ri-to" ao ver seu tesouro musical nas páginas policiais e nos tribunais. É Hermano, como vovó já dizia, a língua é o chicote da bunda.

Por Timpin

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Watergate do Tecnobrega - Parte 2


O faro investigativo do 'Hunter Thompson' do BiS Blog descobriu que há um iceberg de inverdades por baixo do angú de caroço do tecnobrega



O incêndio provocado pela reportagem O Watergate do Tecnobrega teve começo no Diário do Pará, alastrou-se para a Bahia via Blog do Marrom, Correio da Bahia e Bahia Notícias, chegou a São Paulo através do portal Forró em Sampa e não dá os mínimos sinais de que será contido pela equipe de assessoria de imprensa da banda Djavu. Se é que tal equipe existe.

Diante do furor que o escândalo causou na Web, Paulo Palcos, o homem por trás da Djavu se viu obrigado a manifestar-se publicamente em resposta à reportagem do BiS e fez isso da maneira que lhe é peculiar, mentindo e falando bobagem. Numa ligação para o Bahia Notícias, afirmou que sua banda não cometeu plágio por que "o nome de uma banda é Ravelly e o da outra é Djavu, onde está o plágio?" Essa nem os redatores da Escolinha do Barulho, capitaneada por Sidney Magal na TV Bandeirantes, colocariam no roteiro.

Em outra frase, acusou os paraenses de ciúmes, pois "o ritmo existe a 40 anos e estava enfurnado no Pará sem nunca fazer sucesso no resto do país". Quarenta anos? Qual será o ritmo que o Doutor Palcos deve estar se referindo? Seria a bossa nova? Segundo ele, Belém não é dona do ritmo, pois se assim fosse, só existiria uma banda de axé, uma banda de forró, uma banda de pagode e assim por diante.


Paulo Palcos falando merda pro Bahia Notícias


Agora, como que uma pessoa totalmente destituída de noção como esta conseguiu fazer de sua banda um dos maiores fenômenos do ano é uma tarefa que ultrapassa minhas capacidades humanas e que francamente, deixarei para os futuros historiadores.

Outra personagem desta novela que se manifestou, foi Vanda Ravelly, aquela que encontrava-se em dificuldades, separada do marido, com um filho pequeno para criar e prima de Viviane Batidão. Aquela que, que ao atender a ligação da reportagem, derramou lágrimas de crocodilo enquanto mentia desavergonhadamente. Só que a resposta dela não foi pública, porque ela não é otária de se complicar ainda mais. Foi no meu orkut, mas vou torná-la pública aqui na matéria por, meus amigos, tratar-se de um poema:

Foi com absoluto respeito que vi sua materia que envolvia o nome da banda Ravelly, o meu e o do meu marido. E é com absoluta certeza q t digo q nao espero mas nada da justiça do homem, mas todo homem deve esperar pela justiça d DEUS! Pois apenas ele sabera (sic) recompensar todo veneno q eu e Max Sandro estamos tendo q tomar.É muito bom, ler o que li e continuar firme!!!!!!

Te desejo toda paz d espirito e muito sucesso, e um dia quando a justiça d meu pai se cumprir t mando noticias, alias (sic), vc tera (sic) noticias, vc e todos q nao sabem da verdade como ela realmente é, mas q um dia prevalecera (sic). Obrigada, e deixo um humilde abraço.
Vanda Ravelly

Se você leitor, souber o que significaria o contrário, um abraço arrogante, como comentou um anônimo que assinou Zelito no meu blog, o link pro meu orkut tá ali em cima e a página de rercados serve pra isso.

Mas o que veio à tona com a publicação do Watergate do Tecnobrega, é muito, mas muito cabuloso do que uma banda ficar rica e famosa às custas das composições dos garotos Leo e Deivid, da Banda Puro Desejo, que ainda ralam pela Amazônia e cuja casa, lá nas cercanias de Santa Isabel do Pará, ainda tem uma parede que ameça desabar. O que veio à tona foi que Paulo Palcos não está sozinho no ramo do crime musical qualificado. Ele tem um grande concorrente que, segundo fontes que me imploraram para não terem seu nome revelado, é capaz de matar pessoas para atingir seus objetivos.

Trata-se de Alessandre A. Silveira, vulgo Zú, de vitória da conquista, que pratica furto musical da maneira mais desonesta possível e imaginável. Ele tem o dom de conseguir superar Paulo Palcos em termos de falcatruagem. Só para citar um exemplo, um empresário do Pará, que naturalmente prefere não ser identificado, contratou a banda Djavu para uma série de shows pelo estado, Foi atendido com uma arrogancia e uma grosseria tamanha da parte de Paulo Palcos que seu sangue faltou só sair pelas ventas de tanto que ferveu.

Para vingar a rasteira, contratou uma das bandas clones da Djavu que surgiram às dezenas pelo Brasil, a banda DJ Javú, propriedade de Zu para tocar no lugar da original. Pois não que o prejuízo foi maior ainda? E como ferramenta de vingança o que ele fez? Mais uma cópia da Djavu, a D JJavú. Já está faltando letras no alfabeto para dar conta da clonagem generalizada.

Zu tem um vasto currículo de cópias, só que ao contrário de um DJ Maluco, que assume a cópia públicamente e ainda te dá aulas de como tocar tocar a música que o povo quer ouvir, o cidadão de Vitória da Conquista garante para o contratande que sua banda é original sim senhor e a mentira pega, uma rápida consulta ao Google confirmou que seus clones tocam em meio mundo de eventos pelo interior do nordeste.

O mais famoso dele atende pela alcunha de Boing do Maluco, se fazendo passar por Bonde do Maluco. Oralando Barros, empresário e produtor do Bonde original, declarou à reportagem que por uma questão de um mês, não ocorreu com ele o que ocorreu com a Ravelly. Zu, tentou registrar a sua banda como a autêntica, com as mesmas músicas, estilão Paulo Palcos. Ele ficou tão fuiroso que abriu um B.O. na policia civil e foram atrás do ladrão com mandato de prisão. O sujeito atualmente é considerado forajido da justiça.

Nossa equipe conseguiu um informção de suma importância para o leitor. Se você receber uma proposta de negócios de uma empresa com o CNPJ de número, 04448300 / 0001-99, por gentileza acione o 190 e solicite o imediato rastreamento da ligação. O nordeste agradesce a sua ligação e sua indentidade será mantido no mais absoluto sigilo.

Está assustado? Tem mais, mas agora saímos do caderno policial e nos adentramos no surrealismo criado pelo artista francês André Breton. Quando Paulo Palcos resolver brigar com a Ravelly e montar sua banda, foi como se tivesse aberto aquela caixinha do Hellraiser e despertado o Leviatã. O nome ele escolheu porque tinha gostado do filme De Javu e desta vez sem querer, talvez na única acusação das milhares que tem recebido, seja inocente.

Uma banda rock do interior de São Paulo partiu pra briga judical por causa do nome da banda. Na ativa desde 2006, o grupo Dejavoo encontra-se numa sinuca de bico por causa da palhaçada de Paulo Palcos. Eles vão ter que trocar de nome, refazer a arte de seu CD, modificar o template do seu blog e ter que gastar horrores para refazer o estrago feito pela divulgação de um nome que atualmente se encontra mais maculado que Judas Escariotes. Os caras da banda não aguentam mais o povo ligando para contratá-los para shows junto a bandas como Arreio de Ouro, Bichinha Arrumada e Cacete Armado.


Os azarados roqueiros paulistas da Djavoo


Se você achava que nunca veria tretas maiores do que as de dentro do Senado Federa,, tá na hora de rever seus conceitos. Conforme falei, este incêndio tem tudo para se alastrar ainda mais e com certeza esta não será a última reportagem do Watergate do Tecnobrega. Ainda falta contar a história da Banda Puro Desejo e detalhar a sacanagem que a Banda Ravelly fez com a dupla DJs Leo & Deivid.

Isso não é tudo pessoal, semana que vem tem mais.

por Timpin


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Watergate do Tecnobrega - Parte 3


Quando o BiS inicou as investigações do Watergate do Tecnobrega, nem imaginava o tamanho da encrenca que estava por ser revelada, nem sonhava que estava abrindo uma Caixa de Pandora da qual sombras aterrorizantes. Existem muitos esqueletos no armário do tecnobrega. O enredo é capaz de botar o roteiro do filme Todos os Homens do Presidente no chinelo. Complôs, espiões, agentes duplos, noticias falsas plantadas na mídia e o escambau.

A principal notícia falsa plantada na mídia pode ser conferida na primeira reportagem desta série, a versão de que os autores das músicas roubadas pela Djavu são a dupla de Djs Leo & Deivid e mais ninguém. Que a Djavu plagiou o povo do Pará não resta mais nenhuma dúvida, agora quem são os verdadeiros autores das músicas talvez seja mais difícil de comprovar do que os verdadeiros responsáveis pelo assassinato de JFK ou pela que das Torres Gêmeas. O que vou apresentar aqui é o máximo que se pode chegar na apuraçào dos fatos, o que resta são palavras de uns contra palavras de outros e a verdade final talvez nunca venha à tona.

O cenário começou a mudar quando surgiram os primeiros comentários no BiS. Uma das grandes vantagens das novas mídias digitais é que acabou a mão única na difusão das informações. Se antes era necessário enviar cartas às redações para contestar uma notícia e torçer para que a editoria desse satisfações, agora bastar escrever algumas linhas na caixa de comentários e, caso o argumento for de peso, a verdade acaba por ser revelada. Jornalistas não podem mais fabricar verdades e graças aos comentaristas, pude ter a chance de contornar algumas injustiças cometidas no texto.

A começar por Vanda, vocalista da banda Ravelly. Foi com ela que cometi a maior sacanagem, com ela peguei pesado, induzido por falsas informações fornecidas por umas das facções da conspiração do Pará, Gaby Amarantos, vocalista da banda Tecnoshow e Alde César, empresário dos Djs Leo & Deivid. Os objetivos de cada uma destas duas pessoas diferem, mas os métodos são os mesmos, produção de ruído de fundo que induza a mídia ao erro. E eu caí feito um patinho.


Depois de dois anos, Wanda Ravelly e Timpin se encontram, esclarecem os mal entendidos e reatam relações


Gaby Amarantos é uma exelente criatura, praticamente uma sócia fundadora do movimento do tecnobrega, nem de longe quero questionar aqui sua honestidade e integridade moral, mas talvez seja traída pela sua própria ambição de entrar para a história como rainha do tecnobrega e essa ambição despertou um temor de que com a repercussão da questão plágio da Djavu, Vanda Ravelly fosse colher os louros da glória. Talvez. Como afimei antes, não existem verdades finais nessa história. O Filósofo Nietzche, lá no século passado, de posse de seu bigode avantajado, já nos alertava que não existe esse treco de verdades finais.

Alde César é um picareta com formação acadêmica, pós graduação na Sorbone é um cara esperto pra cacete. Leo & Deivid tinha recebido um sonoro não por parte de Max Sandro, marido de Vanda Ravelly, quando foram pedir ajuda para a reforma da famigerada parede prestes a desabar relatada na primeira reportagem desta série. Ficaram com raiva. Ficaram com muita raiva e Alde César usou estava raiva para convencê-los a registrar a letra das músicas em cartório, para assim tentarem faturar algum em cima de um eventual processo contra a Djavu.

Que fique claro aqui que Leo & Deivid tem sim participação na criação das músicas roubadas, foram eles que criaram as bases e apesar da legislaçào em vigor relegar a um papel secundário dos arranjados na autoria de uma canção, no tecnobrega o arranjo é muito importante no produto final. Aconteçe que na hora de processar a Djavu pelo plágio, apenas Vanda Ravelly e Max Sandro foram citados como autores e é aqui que entra a eminência parda deste enredo, o personagem que aparece no meio do filme e muda todo o cenário (Hitckock adoraria filmar isso!): Marlon Branco, a voz que aparece na música Rubi (Nave do som).

Marlon Branco afirma que as letras das quatro músicas roubadas são dele e de Vanda e mais ninguém e que se deu mal simplesmente pelo fato de não ter hábito de registrar suas músicas, coisa que a Banda Ravelly fez, em nome de Vanda e Max Sandro. Marlon conta com uma testemunha de peso, e se trata de uma testemunha qualquer, é o próprio Dj Gilmar, dono da aparelhagem Rubi e que é personagem da música, aparecendo no trecho "...eu bem que estava certo em duvidar, daquelas saidinhas com Dj Gilmar...". Gilmar garante que a música é de Marlon Branco, pelo mesnos esta. Talvez Marlon seja o cara mais injustiçado nessa história. Talvez.

O que não resta dúvidas é que é triste de ver aquela turma, que gravou estas quatro músicas fantásticas e que figuravam na vinha que marcará época: "Banda Ravelly, Marlon Branco & Djs Leo & Deivid" está atualmente querendo seus escalpos mútuos e chingando seus ascendentes familares.

Mas nem tudo são espinhos no jardim do tenobrega e no caminho das pedras amarelas que levará a Djavu a pagar pelos crimes que cometeu. Tem um nome pouco citado pelos noticiarios e que é o pai de uma criança que já garantiu sua vaga no subconsciente coletivo nacional. Esta criança se faz existeir através deste refrão: "O que pensa que eu sou / Se não sou o que pensou / Me Libera / Não insista / Vá buscar um outro amoooooor". É a música "Ma Libera", que a cabou por ser o maior hit da Djavu e seu autor, selado, registrado, carimbado, avaliado e que ainda pode voar, chama-se Max Murilo, a banda Morena Cor.

Geanderson, vocalista da Djavu, vive afirmando aos quatro ventos que possui uma autorização do autor da música para tocá-la onde quiser, gravar na mídia que quiser e esta autorização não existe. Interrogado por telefone pela reportagem, Geandeson afirmou que cabe a Max Murilo provar que não existe essa liberação. Aqui cabe uma pausa para uma profunda meditação. Aqui entra um paradoxo que vai aposentar de vez aquela antiga questão resolver quem veio primeiro, o ovo e da galinha. Vamos lá. Como é que uma pessoa faz para apresentar um documentos inexistente que prove a inexistencia do mesmo documento? Hein? Hein? Chupa que é de uva estimado leitor!

Só que o destino não é tão sacana quanto os pessimistas costumam afirmar. O livro de Jó do movimento tecnobrega talvez, eu disse talvez, esteja em seus versículos finais. O sucesso da djavu no sudeste, aliado justamente a este burburinho do plágio, acabou por despertar a atenção da Som Livre, que resolveu gravar um DVD em Belém, reunindo as quatro principais festas de aparelhagens da cidade, a saber: Super Pop, Hiper Tupinambá, Mega Principe e Rubi, com shows de dez bandas: XXXXXXXXXXXXXXXXXX. A festa promete ser uma verdadeira rave e tem tudo para ser inesquecível, pois as apresentações das aparelhagens são umas das melhores baladas do Brasil, quiçá do mundo.

O show será amanhã, anote da data que futuramente irá parar nos caledário de Belém, justificando o feriado municipal, 19 de dezembro de 2009. Como a confusão flui mais que as águas do amazonas naquelas bandas, hoje é sexta-feira 18 de dezembro e o povo da antiga formação da Ravelly ainda estão trocando farpas. A Ravelly diz que amanhã irá tocar as quatro músicas pra mostrar pro Brasil de quem é o ritmo do tecnobrega, Marlon Branco quer por que quer subir no palco na hora da execução da Rubi (Nave do Som) e Leo & Deivid, a esta altura do campeonato, ao ver sua banda Puro Desejo não ser escalada para o evento, devem estar uma expressão no rosto mais perdida que filho de meretriz em dia dos pais. Talvez!

Para finalizar mais este capítulo da nossa confusa e muitas vezes atrapalhada reportagem, fica o registro de um boato que tem divertido muita gente na Internet. A música "Nave do Amor", a única de autoria da Djavu e que está na trilha sonora da novela Bela a Feia da Rede Record, foi composta pela vocalista Nádila, no entanto foi registrada no nome do vocalista Geanderson e bocas pequenas dizem que a imitadora das coreografia de Joelma anda nervosinha por não estar faturando nada.

Quer dizer, os caras roubam até entre eles. Grandiospai!

14 comentários:

Cara, pelo que eu pude entender e que esse Paulo Palcos é a Vanda Ravellly, deram uma de espertos, mas que só tão comendo o pão qUe o Diabo amassou, entre tanto, quem sai perdendo com isso ea banda dos dj's Léo&David no qual saem injustiçados nessa historia toda. Mais que é uma tremenda de uma Historia isso é, chega eu cansei de ler tanta sacanagem no ramo do ROUBO MUSICAL, SE TOCAM VÃO TER CRIATIVIDADE PORRA !!!!!!

Esse site pôde prejudicar a Vanda Ravelly e a Rede Record. ô Timpin?! Como vc pôde errar feio hein?! A música "Nave do Som" na trilha sonora da novela "Bela a Feia" (versão brasileira da telenovela da Televisa "A Feia Mais Bela" mas concerteza produzida pela Televisa e Record, assim como fez em 2011 com "Rebelde") então voltando ao caso, eu dizia: a música "Nave do Som" foi feita por a própia Djavú e a Record não tem nada, nada, nada á ver com o plagio da Banda Djavú. E agora, vc não vai deixar bem claro isso?? O leitor anônimo, deixou o comentário dele, e ele acha que a Vanda é culpada. Eu como fã da Record e de Banda Ravelly e também DJs Léo e David, exigo esclarecimento pelo seu erro. Obrigado se vc viu isso. Voltarei à visualizar o site.

VCS SÃO UNS BANDO DE MERDAS COPIADORES FALSOS!!!

CONHEÇO D MUSICA E SEI Q A DJAVU AGIL DE FORMA CORRETA, ELES APERFEISOARAM UM RITIMO TAMBEM FIZ ENTREVISTA COM ELES ESSA SUA HISTORIA NAO BATE NADA COM O Q FIQUEI SABENDO DOS COMPOSITORES DAS MUSICAS ELES GRAVARAM E NAO COMPRARAM AS MUSICAS FORAM NAS EDITORAS COMO TODO GRANDE ARTISTA FAZ E PEDIRAM A LIBERAÇAO PARA GRAVAR. MAS O Q IMPORTA TUDO ISSO O QUE VALE É Q ELES SAO MUITO BONS O BRASIL GOSTA E PONTO ISSO Q VC E MEIA DUZIA DIZ NAO MUDA NADA PELO CONTRARIO.... RSRSRSR

Concordo plenamente, quantos no brasil comessam assim afinal ninguem sabe se vai fazer sucesso ou nao, quem diz é o povo e o povo falou e muito TIMPIM CHUPA...

O Povo do PARA ama DJAVU, meia duzia de bandinhas q ficaram com inveja da falta de talendo q tinham mas nao adiantou ...

Só corrigindo um pouco, não são quatro músicas que a banda Djavu roubou da banda Ravelly e sim cinco, são elas: Rubi, Maciota light, Meteoro, Atração Pitt bull e Tornado. Digo isso pq todas essas cinco estão presentes no primeiro DVD da banda Djavu e tbm no CD de estúdio. É isso, foram cinco músicas, peço desculpas se meu comentário foi irrelevante.

A dejavú se pisar no Pará, os paraenses vão arrancar a cabeças deles , músicas q fizeram sucesso nas aparelhagens de lá foram lançamentos na djavú, banda nojenta e ladrona!!!!

Chegaaa..agr vim para pra pensar!! Quem é a verdadeira vocalista que botou voz na musica me libera que estorou no Pará inteiro? Pelo que eu sei..foi uma menina de 9 pra 10 anos..como é o nome dela??? Gente correm atrás ela deve ser a estrela de tudo isso.

A nádila faz mais um ano que não aparece nos palcos.

Sim..mais tem a verdadeira cantora a que botou voz na musica la no Pará... pq antes da musica estourar no brasil intero ela ja fazia sucesso no Pará eu chegeui a ir nos shows da garotinha que cantava.. ela era uma criança na época, e cantava muito, hj nuca mais ouvir fala nela. Eu me lembro que o nome dela era com l ..

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e palmas e muitas palmas pela feliz e ótima Banda Djavú e vaias, muitas vaias pela infeliz escolha Rede Globo.

Sabemos todos nós que tudo que começa errado no final dá errado. Não tem como Deus abençoa as coisas erradas , se a Banda em questão estivesse correta com as suas atitudes ela estaria ai estourando de sucesso mais não a banda em questão acabou. Banda Djafoi kkk.

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Solta o verbo!

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